terça-feira, 31 de maio de 2011
Jogo online de Cirurgia Virtual de Artroplastia Total de Quadril
segunda-feira, 30 de maio de 2011
ECLAMPSIA E SÍNDROME HELLP
Eclâmpsia é definida pela manifestação de uma ou mais crises convulsivas tônico-clônicas generalizadas e/ou coma, em gestante com hipertensão gestacional ou pré-eclâmpsia, na ausência de doenças neurológicas, ou seja, a mulher tem convulsões porque a pressão sobe muito e, em decorrência disso, os vasos sanguíneos da mãe se contraem, tornando-se estreitos, diminuindo o suprimento de sangue ao feto, à placenta, aos rins, ao fígado, aos olhos, ao cérebro e a outros órgãos da mulher. Essa é a principal causa de morte materna no Brasil atualmente
Pode ocorrer durante a gestação, na evolução do trabalho de parto e no puerpério imediato. Metade dos casos acontece em gestações pré-termo e 25% no puerpério tardio (mais de 48 horas) Raramente se manifesta antes da 20° semana de gestação. A eclâmpsia é comumente precedida pelos sinais e sintomas de eclâmpsia iminente, isto é, distúrbios do sistema nervoso central (cefaléia frontal/occipital, torpor, obnubilação e alterações do comportamento), visuais (escotomas, fosfenas, visão embaçada e até amaurose) e gástricos (náuseas, vômitos e dor no hipocôndrio direito ou no epigástrio).
A causa exata das convulsões não é conhecida. Entre as teorias propostas estão o vasoespasmo cerebral com isquemia local, a encefalopatia hipertensiva com hiperperfusão, o edema vasogênico e a lesão endotelial. Em gestante hipertensa, a ocorrência de crise convulsiva deve sempre ter como diagnóstico inicial a eclâmpsia. Caso o parto ainda não tenha ocorrido, este é realizado, pois sabe-se que a cura da eclampsia e pré-eclampsia só acontece quando se tira a placenta. Enquanto ela permanece no organismo materno, a tendência é sempre piorar o estado de saúde da mãe.
Quase 50% das pacientes com eclampsia têm também a síndrome HELLP.
Fatores de risco
Possuem maiores riscos de adquirir a doença as mulheres que engravidam mais velhas ou muito novas, que estão grávidas pela primeira vez, que têm histórico de diabetes, pressão alta, pré-eclampsia ou eclampsia, se há alguém na família que já teve a pré-eclampsia, e obesas. Porém, as mulheres que têm pressão normal e sem histórico também podem ser acometidas.
Tratamento
O medicamento usado em hipertenso com eclâmpsia é a hidralazina;
Controle dos ataques epiléticos com sulfato de magnésio intravenoso;
Anticonvulsivantes como os Benzodiazepínicos e a Fenil-hidantoína (Hidantal) também podem ser usados;
Medicamentos hipotensores como a hidralazina e a nifedipina poderão ser usados para corrigir a hipertensão arterial;
Indução do parto tão logo os ataques epiléticos forem controlados e a pressão sanguínea da mãe se estabilize;
Antibióticos podem ser recomendados pelo risco de infecção pulmonar e pela possibilidade da paciente ficar inconsciente e respirando por aparelho por longos períodos;
Não há nenhum modo de se prevenir a eclampsia. Se não existem métodos eficazes de prevenção, as complicações da eclampsia podem ser evitadas. Isto se dá quando se reconhece no pré-natal bem conduzido, as gestantes de risco (primeira gestação, hipertensas crônicas, pré-eclampsia ou eclampsia em outra gravidez, diabéticas com problemas vasculares ou gravidez múltipla). Acredita-se que mulheres que recebem tratamento pré-natal são sete vezes menos prováveis de morrer com a doença, que mulheres que não tomaram este cuidado durante a gravidez. O acompanhamento pré-natal é crucial na prevenção das complicações e mortes de mães e fetos.
A síndrome HELLP caracteriza-se pela associação de plaquetopenia, aumento das enzimas hepáticas e presença de hemólise em paciente gestante. O acrônimo foi cunhado por Wenstein em 1982 e representa as iniciais das alterações laboratoriais na língua inglesa (Hemolysis; Elevated Liver enzimes; Low Platelets). Até seu reconhecimento como entidade especifica, essa síndrome era frequentemente confundida com quadros de hepatite ou colecistite, levando os retardos no tratamento que culminavam em desfecho desfavorável para a gestante e o feto. A HELLP é a sigla usada para descrever a condição de paciente com pré-eclâmpsia grave que apresenta hemólise (H), níveis elevados de enzimas hepáticas (EL) e contagem baixa de plaquetas (LP).
Apesar de poder ocorrer isolada, a síndrome de HELLP geralmente aparece como complicação da pré-eclâmpsia, podendo ser reconhecida em 4% a 12% das gestantes pré-eclâmpticas. Ambas as condições podem aparecer na gravidez ou as vezes após o parto.
Embora qualquer gestante possa contrair a síndrome de HELLP, alguma correm maior risco, incluindo aquelas que: são brancas, têm mais de 25 anos de idade, já deram à luz anteriormente, têm problemas na pressão sangüínea, como pressão alta, pré-eclâmpsia ou eclampsia, já tiveram problemas de HELLP, pré-eclâmpsia ou eclâmpsia em gestações anteriores.
A síndrome HELLP é o achado extremo do espectro de alterações que ocorrem na hipertensão induzida pela gestação/pré-eclâmpsia e como seus sinais e sintomas são confundidos com os da pré-eclâmpsia grave (dor epigástrica ou no quadrante superior direito, náusea e mal estar), as formas leves podem passar despercebidas se não é feita à correta avaliação laboratorial.
Diagnóstico
Assim, o diagnóstico é feito apenas quando a síndrome HELLP está bastante avançada. Essa síndrome se acompanha de aumento da morbidade e mortalidade maternas e perinatais. A morbidade e mortalidade maternas são dependentes da gravidade da doença, ao passo que a morbidade e mortalidade perinatais dependem mais da idade gestacional. Enquanto em centros de cuidados terciários a mortalidade materna é de apenas
Se o médico suspeitar da síndrome, ele irá pedir um hemograma completo, a fim de detectar sinais de anemia hemolítica e verificar a contagem plaquetária. Ele também pedirá testes da função hepática para detectar enzimas específicas que indicam danos aos rins, e também pode solicitar estudos sobre a coagulação sangüínea. Várias outras doenças envolvendo anormalidades na coagulação e nos vasos sangüíneos podem ser confundidas com a síndrome de HELLP, incluindo: lúpus eritematoso sistêmico; fígado gorduroso agudo da gestação; púrpura trombocitopênica trombótica e outras doenças vasculares do colágeno.
Sintomas
Os sintomas incluem fadiga, mal-estar generalizado, dor na parte superior direita do abdome, náuseas, vômitos, dor de cabeça e retenção de líquidos acompanhada por ganho de peso. Algumas mulheres também têm convulsões. Dado que a maioria desses sintomas é comum em gestações normais e se assemelha aos sintomas de outras doenças, como a gripe, a síndrome de HELLP é difícil de diagnosticar. Informe imediatamente seu médico sobre qualquer convulsão, dor abdominal ou sintomas semelhantes aos da gripe.
Tratamento
O tratamento de primeira linha é realizar o parto o mais rápido possível. O médico pode induzir o trabalho de parto (com ou sem o uso de agentes de amadurecimento cervical) ou programar uma cesariana antecipada. Se a paciente estiver com menos de 32 semanas de gestação e os sintomas não forem severos, o médico pode optar por uma abordagem conservadora: repouso absoluto, ingestão de líquidos e monitorização cuidadosa. Isso dá ao feto tempo para amadurecer. O médico poder administrar medicamentos para controlar ou prevenir complicações como pressão sangüínea alta ou convulsões. Se a anemia ou os problemas de sangramento forem severos, o médico pode administrar uma transfusão de sangue. Ele também pode usar cortiscosteróides para ajudar os pulmões do bebê a se desenvolver mais rápido, preparando-o para o parto prematuro.
Prevenção
A síndrome de HELLP não pode ser prevenida, mas a detecção precoce aumenta as chances de sobrevivência da mãe e do bebê. Esse é o motivo pelo qual a gestante deve informar o médico imediatamente sobre qualquer convulsão, dor abdominal ou sintomas semelhantes aos da gripe.
Algumas pesquisas, indicaram que o uso de uma terapia de baixa dose de aspirina, ou de suplementação de cálcio em mulheres com nutrição inadequada reduziu a incidência de pré-eclâmpsia, e, conseqüentemente, a incidência de HELLP, mas tais terapias ainda não são consideradas padrão.
Tipos
Essas classificações designam a severidade da doença. O Tipo I é o mais severo e traz mais riscos de complicações. A HELLP Tipo II é menos grave, e o Tipo III é o mais brando. Alguns médicos usam os termos "parcial" e "total" para classificar a HELLP. Com a síndrome de HELLP parcial, ocorrem apenas algumas condições; com a HELLP total, as três - (H) hemólise, (EL) enzimas hepáticas elevadas e (LP) baixa contagem de plaquetas - estão presentes.
Como a HELLP irá afetar meu bebê?
Seu bebê pode apresentar complicações relacionadas à prematuridade, como a síndrome da angústia respiratória. Ele pode ter que ficar em uma unidade de cuidados intensivos neonatais, onde poderá ser monitorizado atentamente à medida que continua a se desenvolver. A HELLP tem menos probabilidade de prejudicar o feto se você estiver perto de 37 semanas e os resultados laboratoriais estiverem próximos do normal. Se houver descolamento prematuro da placenta, o bebê está com falta de oxigênio e pode sofrer de asfixia.
sábado, 28 de maio de 2011
R.P.G
As oito posições da reeducação postural global:
O terapeuta dispões de oito tipos de posturas, que serão empregadas de acordo com as necessidades apresentadas pelo paciente, depois de minuciosa avaliação. O trabalho respiratório é fundamental para um bom resultado.
A respiração mobiliza todos os músculos do tórax e atua nos sistemas digestivo, cardíaco e nervoso. Quando a respiração é desbloqueada, os músculos ficam soltos, permitindo a melhora da postura.
As oito posições da reeducação postural global:
O terapeuta dispõe de oito tipos de posturas, que serão empregadas de acordo com as necessidades apresentadas pelo paciente, depois de minuciosa avaliação. O trabalho respiratório é fundamental para um bom resultado.
A respiração mobiliza todos os músculos do tórax e atua nos sistemas digestivo, cardíaco e nervoso. Quando a respiração é desbloqueada, os músculos ficam soltos, permitindo a melhora da postura.








sexta-feira, 27 de maio de 2011
COLUNA (FORTALECIMENTO)
A coluna vertebral é uma parte da estrutura corporal dos vertebrados, que quando encontrada segmentada nos animais com crânio protegendo o cérebro, caracteriza os animais do grupo dos vertebrados (do latim vertebratus, com vértebras) e estes constituem um subfilo de animais cordados, compreendendo os ágnatos, peixes, anfíbios, répteis, aves e mamíferos, pois como explicado: Caracterizam-se pela presença de coluna vertebral segmentada e de crânio que lhes protege o cérebro
Nos humanos a coluna vertebral é formada habitualmente por 33 e eventualmente 32 ou 34 vértebras que são ligadas por articulações que são de dois tipos: uma maior com interposição dos discos intervertebraisna região anterior entre cada vértebra e duas menores atrás, por um duplo par de facetas interarticulares posteriormente, sendo duas voltadas para cima e duas para baixo, formando de cada lado, posteriormente, na vértebra, uma articulação facetária.
Atrás do corpo vertebral parte de cada lado de sua porção póstero-lateral (na metade superior nos corpos vertebrais das torácicas e lombares) um par de pedículos ósseos. Cada pedículo tem um formato de um cilindro pequeno e irregular, simétrico ao outro pedículo do mesmo nível, bem como unirá a um arco ósseo posterior, formado por um par de lâminas, processo transverso, o processo articular superior e o processo articular inferior. Na junção das lâminas, há a formação de uma outra parte óssea saliente posteriormente, impar e mediano, que é o processo espinhoso que parte do ponto de união posterior entre as lâminas, o qual é projetado para trás até a aponeurose muscular. Um buraco lateral, (forame intervertebral), se forma de cada lado entre cada pedículo das vértebras superior e inferior. Como as vértebras sobrepõe-se umas as outras, a junção delas forma um túnel ósseo desde o crânio até osso sacro, o Canal vertebral.

Entrelace as mãos na nuca, eleve a cabeça e
dobre os joelhos, tentando forçar a cabeça em
direção aos joelhos e vice-versa.

Eleve a
cabeça em direção aos joelhos. Eleve somente a
cabeça, os ombros e a parte superior do tronco.
Mantenha a cabeça no alto e a musculatura
abdominal e das nádegas contraídas por 3-5
segundos e após relaxe

Deite com os joelhos dobrados.
Contraia a musculatura abdominal,
eleve a cabeça e a parte superior do
tronco e toque de leve os joelhos com
as mãos. Tempo 3-5 segundos.

Deitado com os joelhos dobrados
coloque os braços para trás e entrelace
os dedos na nuca; dobre o joelho
esquerdo com mais força e tente
encostar o cotovelo direito neste joelho.

Em seguida alternar o joelho direito
contra o cotovelo esquerdo. Tempo 3
a 5 segundos cada movimento. Faça
10 vezes de cada lado.

Na posição de ROTAÇÃO, a
partir daí tente contrair a musculatura lateral
do tronco do lado mais alto e com o braço do
mesmo lado tente alcançar o joelho. Demore
nesta contração de 2 a 3 segundos. Faça 5 a
10 vezes cada lado.
Repita o mesmo movimento do outro lado.

Áreas de atuação do Fisioterapêuta

O fisioterapeuta é conhecido como o profissional que cuida da reabilitação de funções motoras.
Compreender o movimento do corpo humano. Este é, em resumo, o objetivo fundamental do fisioterapeuta, que atua na prevenção, cura ou reabilitação da capacidade física das pessoas, em qualquer idade. A busca pela qualidade de vida e auto-estima dos pacientes é outra preocupação desse profissional.
A Fisioterapia conquistou lugar, principalmente, nos consultórios e clínicas particulares, entretanto, passa por uma fase de transição, que aponta para novas práticas, possibilidades e formas de atuação.
O Fisioterapeuta é o profissional amparado por uma ampla atualização científica através de uma sólida formação universitária, buscando a globalização funcional e biofísico-social do ser.
Conhecendo o homem como universo do saber e da cultura, na qualidade de agente evolutivo e transformador, entende-se que o comprometimento com seguimentos políticos, administrativos e sociais são a tônica de um profissional coeso e responsável.
Assim sendo, a Fisioterapia pode atuar nas seguintes áreas:
- Traumato-Ortopédica Funcional (Músculo-Esquelética)
- Geriatria
- Pediatria
- Reumatologia
- Preventiva
- Cardio-respiratória (Pneumo-Funcional)
- Neurologia (Neuro-Funcional)
- Angiologia
- Dermato-Funcional (Estética)
- Queimados
- Acupuntura
- Hidroterapia
- Ginecologia e Obstetrícia
- Pilates
- Fisioterapia do Trabalho
- Fisioterapia Esportiva
Oração do Fisioterapeuta
consagrando minha vida, minhas mãos
e minha técnica para que Tu mesmo ajas
nas dores, nos traumas, no corpo do meu paciente.
E dá-me o sentido mais vivode estar cooperando Contigo
na melhoria da qualidade de vida do mundo que me cerca,
daquele que está aos meus cuidados.
Fortalece minha fraqueza,
e preenche minha necessidade de crescer
e compreender os outros.
Faze peritas minhas mãos; dá-me um toque adequado,
um ouvido amigo e um coração amável.
Por Jesus, cujo toque afastava a dor,
e Cujas mãos, que aliviaram vidas,
foram presas na cruz por mim.
Amém.
quinta-feira, 26 de maio de 2011
Anabolizantes
sexta-feira, 20 de maio de 2011
LEUCODISTROFIA METACROMÁTICA

Definição:
A Leucodistrofia metacromática (MDL) é uma doença autossômica recessiva causada pela deficiência de arilsulfatase A (cerebrosídeo sulfatase). O termo ‘metacromática’ é usado porque o material lipídico intracelular acumulado é corado de marrom ou dourado pelo azul de toluidina (corante utilizado para exames histológicos).
Causas, incidência e fatores de risco:
A doença é transmitida por um gene autossômico recessivo. A MLD tem uma amplitude de sintomas. Assim como muitas doenças de armazenamento, existem formas de início precoce e de início tardio (tipos infantil tardia, juvenil e adulto). A forma de início mais comum (e a mais graves de todas) é a forma de início infantil tardia, a qual apresenta sintomas como irritabilidade, diminuição do tônus muscular, emaciação muscular, a perda da capacidade de andar. A debilidade é progressiva, acompanhada de cegueira, convulsões e paralisia parcial. A morte geralmente ocorre antes dos 10 anos de idade.
Tanto a forma juvenil como a adulta, têm início mais tardio, porém, apresentam sintomas similares. Nas formas adultas e juvenis, a psicose e distúrbios emocionais são parte importante da doença. A forma juvenil é fatal no decorrer de alguns anos do diagnóstico, enquanto que a forma adulta pode prolongar-se por muitos anos.
Sintomas:
- Irritabilidade
- Diminuição do tônus muscular
- Quedas freqüentes
- Funcionamento intelectual diminuído
- Dificuldades de fala, inarticulação
- Dificuldades de alimentação
- Dificuldade de deglutição
Nos estágios iniciais das doenças, os sinais e sintomas são difíceis de reconhecer, porque muitas outras doenças se manifestam da mesma forma. Assim médicos podem não considerar a leucodistrofia até que tenha considerado a possibilidade de outras doenças mais comuns.
Sinais:
- Diminuição ou ausência de reflexos nos tendões profundos
- Nistagmo (movimentos anormais dos olhos)
- Fixação visual deficiente
- Atrofia do nervo óptico
- Postura decorticada
- Coma
Exames
- Estudos de velocidade de condução nervosa
- Ressonância magnética
- Tomografia computadorizada
- Punção lombar e exame do fluído cerebrospinal que mostra um aumento da proteína total do lcr
- Biópsia do nervo (geralmente realizada no nervo da panturrilha) que mostra depósitos metacromáticos
- Análise bioquímica da urina mostrando níveis de sulfatídeo
- Urina tipo i mostrando grânulos metacromáticos no sedimento da urina
- Cultura de fibroblastos da pele ou de células de glóbulos brancos, para verificar a diminuição da atividade da arilsulfatase-a.
TRATAMENTO
Não há tratamento específico disponível para esse transtorno. O Transplante de medula óssea pode ser considerado para os indivíduos que sofrem nas formas de início tardio infantil ou juvenil desde que antes do início dos sintomas, a fim de estabilizar as suas funções neurocognitivas, mas sua eficiência não se justifica.
REABILITAÇÃO FISIOTERAPÊUTICA
A fisioterapia é uma ciência da saúde que estuda, previne e trata os distúrbios cinéticos funcionais, intercorrentes em órgãos e sistemas do corpo humano, gerado por alterações genéticas, por traumas e por doenças adquiridas.
Fundamenta suas ações em mecanismos terapêuticos próprios, sistematizados pelos estudos da biologia, das ciências morfológicas, das ciências fisiológicas, das patológicas, da biofísica, da biomecânica, da cinesia e sinergia funcional de órgãos e dos sistemas do corpo humano. O principal objetivo do tratamento fisioterapêutico é melhorar a capacidade funcional do paciente de forma consistente, normalizando-a, dentro do possível. O tratamento visa proporcionar estímulos sensoriais normais, favorecendo ao mesmo tempo a resposta normalmente esperada diante desse estímulo.
quinta-feira, 19 de maio de 2011
Visita ao Distrito Sanitário V (Bessa/João Pessoa)
Os distritos sanitários atendem determinadas áreas limitadas, onde o Distrito V se delimita do Bessa à Jacarapé, sua área de influência é de 70%, onde é uma área de menor quantidade de unidades saúde da família, pois é considerada uma área nobre da cidade. Dentre as unidades situadas nessa área temos: uma no bairro da Penha, uma na Cidade Recreio, duas no Altiplano, quatro
Dentro do Distrito V existe um setor onde fica os medicamentos, a farmácia que distribui remédios para o tratamento das diabetes e da hipertensão. Esses medicamentos vem da central (GEMAF) para serem distribuídos nas unidades de saúde da família. Como vimos na Bioquímica, que a diabete é altas taxas de açúcar no sangue, devido a não produção de insulina no organismo e se tem uma variedade de sintomas, pois existem vários tipos de diabetes, como essa doença não tem cura, porem pode ser controlada com medicamentos específicos, como NPH, metiformina, e glibencamida. Para infarto agudo do miocárdio os medicamentos são: ácido acetil salicílico, cilastazol 100mg, sustrato, monocórdil, sivastanina. E o medicamento para a prevenção da anemia falciforme é a dexametazona, já a hipertensão que é a elevação da pressão, também pode ser controlada com medicamentos específicos, que são distribuídos pelo Distrito.
Observamos por fim que com o funcionamento do Distrito a organização das Unidades de Saúde da Família tem uma melhoria vistosa, mesmo sendo com um nível de atenção básica.



