quarta-feira, 27 de abril de 2011

A Fisioterapia no Sistema Urinário

 O uso da fisioterapia no sistema urinário tem importante potencial no tratamento, objetivando a execução de exercícios para fortalecer os músculos do assoalho pélvico (a qual abrange região de uretra, canal vaginal e reto), prevenindo o surgimento de futura incontinência urinária, principalmente, a chamada de esforço, Além dos exercícios que podem ser realizados no solo, na água ou sobre bolas terapêuticas, pode-se utilizar aparelhos que medem a contração muscular e ajudam a auto-conscientização da musculatura a ser trabalhada, como o biofeedback, cones vaginais, eletroestimuladores dentro ou fora do canal vaginal, entre outros.
   Tem suma importância também na prevenção de prolapso uterino; cistocele (queda de bexiga); uretrocele (queda de uretra); retocele (queda de reto) e enterocele (descida da vagina fazendo-a cair, inchar ou ficar saliente). A fisioterapia também tem como objetivo, reeducar a bexiga; intervir no pré e pós-operatório intensificando os resultados cirúrgicos obtidos e melhorar a qualidade psicológica, inclusive sua auto-estima, e a qualidade de vida desses pacientes.

Atuação Da Fisioterapia Em Pacientes Com Coarctação Da Aorta.

A aorta é a grande artéria que transporta o sangue oxigenado do coração para todas as partes do corpo. A coarctação da aorta é uma patologia congênita acianogênica definida por um estreitamento na transição entre o arco aórtico e aorta descendente causando assim a diminuição do fluxo sangüíneo sistêmico, a partir da estenose do vaso, para a metade inferior do corpo. Por essa razão, os pulsos são mais fracos e a pressão arterial é mais baixa que o normal nos membros inferiores e os pulsos tendem a ser mais fortes e a pressão arterial mais elevada nos membros superiores.

Os pacientes acometidos por essa patologia geralmente apresentam cefaléias (dores de cabeça) ou epistaxe (sangramento nasal), dores nos membros inferiores durante a prática de exercícios, além de um quadro típico de insuficiência ventricular esquerda ou hipertensão arterial sistêmica em pacientes adultos. A maioria das crianças com coarctação da aorta também apresentam uma válvula aórtica anormal, a qual possui apenas dois folhetos ao invés dos três folhetos normais.

Na maioria dos casos seu diagnóstico é feito durante a infância, e sua evolução está diretamente relacionada ao tratamento precoce. No entanto, a falta ou a falha no exame médico neonatal pode proporcionar um retardo neste diagnóstico, acarretando em grande prejuízo ao prognóstico do paciente.

Cuidados Paliativos

Os Cuidados Paliativos surgiu com um dos princípios de aliviar o sofrimento do doente e seus familiares, com o controle dos sintomas e da dor, buscando autonomia e conservação de uma vida ativa enquanto viver.

Os Cuidados Paliativos foram definidos pela Organização Mundial de Saúde em 2002 como uma abordagem ou tratamento que melhora a qualidade de vida de pacientes e familiares em presença de enfermidades que ameacem a continuidade da vida. Contudo é de extrema importância avaliar e controlar de forma correta e além da dor, todos os sintomas de origem física, social, emocional e espiritual.
Para que ocorram esses cuidados devem-se reunir as habilidades de uma equipe multifuncional para facilitar a adaptação e mudanças da vida atribuídas pela doença, e promover a reflexão necessária para o enfrentamento desta condição de ameaça à vida para pacientes e familiares.
A equipe mínima para realizar esse trabalho precisa ser composta por: um médico, uma en fermeira, uma psicóloga, uma assistente social e pelo menos um profissional da área da reabilitação (a ser definido conforme a necessidade do paciente). Todos devidamente treinados na filosofia e prática da paliação.


A Organização Mundial de Saúde desenvolveu um modelo de intervenção em Cuidados Paliativos onde as ações paliativas têm início no momento do diagnóstico e para que ocorra o cuidado paliativo é importante o trabalho de forma conjunta com as terapêuticas capazes de modificar o sentido da doença. A paliação adquire expressão significativa e importância para o doente a partir do momento que o tratamento modificador da doença (em busca da cura) vai perdendo sua efetividade com o tempo.

As ações compreendem recursos terapêuticos para o controle dos sintomas físicos, intervenções psicoterapêuticas e apoio espiritual ao paciente do diagnóstico ao óbito. Para os familiares, as ações se dividem entre apoio social e espiritual e intervenções psicoterapêuticas do diagnóstico ao período do luto. Também é incluso um programa adequado que oferece medidas de manutenção espiritual e de psicoterapia para os profissionais da equipe.

Para que ocorra um atendimento de qualidade deve abranger uma rede de ações composta por consultas ambulatoriais, assistência domiciliar e internação em unidade de média complexidade, destinada ao controle de ocorrências clínicas e aos cuidados de final de vida.




quinta-feira, 14 de abril de 2011

Apresentação do Blog

O Blog Fisioterapia... "Ainda Bem!" surgiu de uma relação de amizade entre as acadêmicas do 1º Período (2011.1)  do curso de Fisioterapia do Centro Universitário de João Pessoa, onde a estudante Gabriela Gouveia que faz parte desse contagiante grupo  usa sempre o bordão "Ainda Bem!" e escolhemos o título unindo o útil ao agradável  com o intuido de mostrar nesse blog como é bom ser estudante de fisioterapia! 

Esse Blog foi criado pelas alunas Andréa Martins, Laís Eduarda, Marcela Araújo, Swed Cayammi e Gabriela Gouveia, será um novo meio de comunicação, com o objetivo de interagir os alunos com o público em geral, mostrando alguns conhecimentos da área de fisioterapia de forma dinâmica, curiosa e atraente. 

Sejam Bem Vindos e Boa Leitura! Divirtam-se...

"Ainda Bem..."